Todos os sistemas FIREBOY foral desenvolvidos especialmente para suprimir automaticamente incêndio em embarcações. Utilizam o gás extintor HFC-227 que apaga as chamas em 20 segundos e não deixa resíduos, nem afeta os motores e eletrônicos.
Essa é a razão pela qual todos os maiores estaleiros mundiais utilizam os sistemas fixos de supressão de incêndio com o gás extintor HFC-227. São os únicos que garantem confiabilidade e segurança que os incêndios serão suprimidos.
Utilizando o gás HFC-227, o sistema fixo FIREBOY, líder mundial no mercado náutico, tem as seguintes características e vantagens:
Desenvolvido especialmente para a supressão automática do incêndio nas embarcações...
Disparo automático com temperatura de 79°C. No compartimento dos motores, essa temperatura só é atingida quando existe incêndio.
É a condição necessária para a supressão de incêndio nos compartimentos fechados dos motores, geradores e outros. O gás extintor HFC-227 ocupa todo o compartimento (total flooding = inundação total), extinguindo o incêndio em qualquer local onde esteja acontecendo.
Suprime as chamas através de resfriamento super-rápido e reação química com os radicais livres que realimentam o fogo. Impede também a reignição, desde que fique 15 minutos no compartimento fechado. É totalmente seguro para as pessoas respirarem e não causa nenhum dano aos eletrônicos e peças dos motores.
O sistema FIREBOY independe de eletricidade ou de pessoas. Seu disparo é automático, porisso está de prontidão 24 horas, com a embarcação parada ou funcionando. Ao ser atingida uma temperatura de 79°C, a qual só acontece quando há incêndio, o sistema dispara automaticamente.
O sistema FIREBOY tem a mais moderna tecnologia, utilizando o HFC-227, melhor gás extintor para a proteção contra incêndio em embarcações. As diversas Cerificações Marítimas e a instalação como equipamento padrão pelos melhores estaleiros mundiais comprovam a provação da mais moderna tecnologia.
Modulo ASD Automatic Shut Down para desligamento dos motores, geradores, ventiladores e exaustores quando da descarga do gás HFC 227, pois esses equipamentos funcionando absorvem o gás e jogam para fora do compartimento, impedindo a extinção do incêndio.
Cabo para a descarga manual do gás FE 241 quando a tripulação percebe o incêndio antes do disparo automático.
Entre todos os perigos que uma embarcação no mar pode apresentar, o mais perigoso é um incêndio. Quando acontece, os passageiros e a tripulação estão sozinhos para combater o incêndio, o qual se não for extinto rapidamente coloca vidas em perigo e leva à perda total da embarcação.
De acordo com as estatísticas da Guarda Costeira Americana e das seguradoras, 90% dos incêndios se iniciam no compartimento dos motores, porque lá existe calor, combustíveis e eletricidade, que são os causadores de um incêndio. E, um incêndio no compartimento dos motores dificilmente é combatido com sucesso pelos extintores portáteis, acionados pela tripulação. Além de não apagar o fogo, os extintores portáteis de pó químico danificam os motores e todos os equipamentos eletrônicos.
Aprovado pela Guarda Costeira Americana, Certificadores Marítimas e Seguradoras, o melhor e mais eficiente sistema contra incêndio no compartimento dos motores é o utiliza o gás extintor HFC 227, ficando instalado de forma fixa no compartimento dos motores. O gás HFC 227 promove a extinção do fogo através de uma reação química com as chamas, esfriando muito rapidamente o calor e atuando sobre os radicais livres que realimentam as chamas.
Os sistemas fixos com gás FE 241 disparam pelo calor das chamas, muito antes que a tripulação perceba o incêndio no compartimento fechado dos motores. Em 15 segundos, o gás HFC 227 faz a “inundação total” (total flooding) do compartimento dos motores e extingue as chamas, qualquer que seja o local onde elas tenham se originado. E, além da vantagem da extinção do fogo, o gás HFC 227 não é tóxico para as pessoas, não deixa resíduos, não provoca curto-circuito nos eletrônicos e painéis elétricos e não afeta os motores, que após a extinção do incêndio os motores podem ser religados para que a embarcação volte a salvo ao porto de origem.
Em razão da mais alta eficiência na extinção de um incêndio, os sistemas fixos com gás HFC 227 são instalados como equipamento padrão pelos construtores americanos e europeus, tais como Sea-Ray, Regal, Bayliner, Azimut, Ferretti, Pershing, Sunseeker, Fairline, Princess e muitos outros. E, também pelos grandes estaleiros brasileiros.
Além da falta das Certificações Marítimas, os sistemas que não foram desenvolvidos especialmente para embarcações, são pouco eficientes ou tem riscos elevados para a vida humana e para os equipamentos da embarcação. Nenhum desses sistemas é utilizado pelos grandes estaleiros mundiais, os quais somente instalam os sistemas com gás HFC 227.
Desenvolvidas na Russia para a extinção de incêndio em prédios, os Geradores de Aerosol de sais de potássio tem uma mistura química de nitrato ou perclorato de potássio, resinas de fenol e vários agentes aditivos. Por causa dessa mistura, o Aerosol é toxico e quando da ignição para a descarga, o jato de aerosol em alta temperatura normalmente queima os equipamentos que são atingidos pela descarga. Também, as partículas do Aerosol são bastante corrosivas e conduzem corrente elétrica causando a perda de todos os sistemas eletrônicos que comandam os motores e outros equipamentos que estejam no interior do compartimento dos motores. Mais importante, o risco para a vida humana é muito grande; o aerosol de um disparo com pessoas no interior do compartimento dos motores produz severa irritação nos olhos e se aspirado, sua elevada temperatura e seus componentes tóxicos, levam a uma severa inflamação dos pulmões, que pode até ocasionar a morte, com a existência comprovada de vários casos de mortes em embarcações.
Desenvolvidos para os incêndios em tratores e maquinas agrícolas, os sistemas de extinção com agente liquido, uma mistura de água, espuma contra incêndio e glicol (para reduzir temperatura) não atuam com “total flooding” (inundação total), pois o agente liquido é aspergido por bicos localizados unicamente sobre as partes dos motores que apresentam risco de fogo. Mas, se o incêndio começar em outros locais do compartimento dos motores, não há aspersão do agente líquido sobre o fogo nesses locais, que não será extinto pelo sistema com agente liquido. Além dessa ineficiência, o agente líquido é condutor de eletricidade e sua descarga sobre os eletrônicos de comando dos motores irá inutilizá-los, ocasionando a perda total desses equipamentos.
Com o FIREBOY e sistemas semelhantes que utilizam o gás HFC 227, que foram desenvolvidos para uso exclusivo em embarcações de recreio, a eficiência na supressão do incêndio é total e não existe risco para a vida humana e nem perda de equipamentos eletrônicos e elétricos.
Embarcações bem construídas seguem as normas das Certificadoras Marítimas internacionais. O mesmo acontece para os equipamentos para essas embarcações e para os sistemas fixos de extinção de incêndio. O FIREBOY tem as seguintes Certificações, o que significa que foi testado em condições reais de fogo e aprovado por elas como o equipamento que atingiu pontuação máxima em eficiência para a extinção do fogo nos locais para os quais foi fabricado.